Estou em 2012. Faz-me bem relembrar que tenho um blog. Manifesto de surpresa, de encanto. Mas é estranho ver o quanto de mim aqui ficou. Faz-me lembrar o que era, ou o que sou. O que às vezes me esqueço de ser. E não me alenta ver o que ficou para trás... Aqui, já fui. Já existi... Mas também sabe bem este sentimento de mágoa, e talvez de ternura poder-me lembrar do trajecto da minha identidade. Só eu sei bem o que cada palavra significa para mim, só eu sei.
25 janeiro 2012
memórias virtuais
Estou em 2012. Faz-me bem relembrar que tenho um blog. Manifesto de surpresa, de encanto. Mas é estranho ver o quanto de mim aqui ficou. Faz-me lembrar o que era, ou o que sou. O que às vezes me esqueço de ser. E não me alenta ver o que ficou para trás... Aqui, já fui. Já existi... Mas também sabe bem este sentimento de mágoa, e talvez de ternura poder-me lembrar do trajecto da minha identidade. Só eu sei bem o que cada palavra significa para mim, só eu sei.
16 setembro 2011
19 agosto 2010
dualidades
I always keep in mind that everything must work in perfection. Suddenly i get disappointed when my head recalls for its absense. (The other, was heart's speaking.)
M.
03 maio 2010
15 janeiro 2010
as palavras dos outros.
Ler algo que coincide com o que sentimos, deixa-nos impotentes… parece que alguém invadiu o nosso coração e soube dizer exactamente o que sentimos. A impotência depois apodera-se porque ficamos sem palavras, minimizando-nos ao vazio que nos foi deixado na voz e no pensamento.
M.
26 março 2009
25 fevereiro 2009
16 fevereiro 2009
12 fevereiro 2009
perspectivas
"OS COMPUTADORES SÃO INÚTEIS. SÓ SÃO CAPAZES DE NOS DAR RESPOSTAS." Esta é a perspectiva de Picasso. Eu cá acho que seria mais fácil não interrogar e obter respostas para tudo... Digo eu. (Mas quem sou eu ao lado de Picasso.)
28 janeiro 2009
12 janeiro 2009
pensamento do dia.
The more i have extreme feelings, the more i feel alive. Killing them, is also killing me.
M.
19 dezembro 2008
25 novembro 2008
uma sensação de liberdade.
Tenho a sensação de que o tempo me está a passar ao lado, e que não tomei as decisões certas. Porque falta "qualquer coisa"... [o "qualquer coisa" sou eu fazer-me de desapercebida, porque na verdade sei]. Só que já percebi e interiorizei que vai haver sempre qualquer coisa que falta... nunca vamos estar inteiramente satisfeitos... Nunca vamos ter certezas de nada. E não sei porque é que as incertezas nos deixam tão incompletos. A vida afinal é uma incerteza. Porque nunca sabemos o que nos vai acontecer amanhã... porque temos planos que nem sempre correm bem... porque amanhã gostaríamos que fizesse sol e o céu afinal vai chorar tanto quanto nós... Se começar a interiorizar que não ter nada é um dado adquirido, e que afinal nada me poderá faltar porque afinal nada é nosso, acho que poderei ser mais feliz. Mais livre.
M.
14 novembro 2008
ah e tal, agora apetecia-me uma varanda
Imaginem a sensação de olhar para uma fachada de um edifício só com janelas e, de um momento para o outro, passarmos a ver varandas em lugar de janelas. E melhor ainda, um mosaico de varandas e janelas que muda constantemente como um outdoor publicitário. A partir de agora isso vai ser possível graças a um invento patenteado pelo atelier holandês Hofman Dujardin Architects: Bloomframe. Um sistema simples mas engenhoso que é, no fundo, uma janela modular que se transforma numa varanda ou, dito de outra maneira, uma varanda dinâmica. Isn't it great?______________________________
09 novembro 2008
04 novembro 2008
24 outubro 2008
they're coming...!!
Nouvelle Vague, 8 de Novembro. Teatro Sá da Bandeira, Porto.
Os Nouvelle Vague são um colectivo musical francês, cujos produtores são Marc Collin e Olivier Libaux. O nome deriva de um jogo de palavras que se refere simultaneamente à cultura Francesa dos envolvidos e ao movimento artístico do cinema francês dos anos 60. As suas músicas são essencialmente covers de músicas punk e new wave dos anos 80, misturadas com um cheirinho de bossa nova.
HUmmm... dia 8 vou-me derreter...
19 outubro 2008
as coisas que nos preenchem.
Ando completamente entregue ao trabalho. Voltei a reecontrar-me. Sentir algum equilíbrio. Segura. Madura. Dar valor ao que realmente interessa. Já não me interessam histórias com remendos. São fui feita para viver fatalidades. Nunca. E por vezes não é fácil encontrar o caminho certo. Mas encontra-se. E finalmente encontrei o que me deixa feliz. Lançar-me da falésia e mergulhar num mar de trabalho. O cansaço passa a tornar-se um prazer, uma vitória. E a cada dia que passa, é o que realmente o que me preenche. E a isso, chama-se felicidade. Porque não há maior valorização interior que esta.
Encontrada a direcção, todo o resto se torna mais fácil. Porque as portas passam a abrir facilmente, sem receio do que possa vir. O caminho sinuoso torna-se linear, e os todos os passos se tornam pesados, cheios de convicção. Não me considero uma mulher forte, nem frágil. Porque sou ambas as coisas. Considero-me uma mulher com objectivos, concretos.
Nada melhor do que "virar a página". M.
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